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Região Episcopal Brasilândia

 

DOM JOSÉ BENEDITO SIMÃO

Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo

Nascimento: 01/01/1951
Local: Caçapava - SP/Brasil
Filiação: José Simão e Helena Galhiotti Simão
Ordenação Presbiterial: 07/06/1981
Local: São Paulo - SP
Nomeação Episcopal: 28/11/2001,
como bispo titular de Tagaria e auxiliar de São Paulo
Local: São Paulo - SP
Ordenação Episcopal: 25/01/2002
No Cargo desde: 09/03/2002
 

LEMA: "Pax et Spes"

 

CONTATO:

Cúria Regional
Rua Rodrigues Blandy, 55 - Itaberaba
02840-050 - São Paulo - SP
Fone: 3924.0020
Fax.: 3924.0855
E-mail:
curiabrasilandia@uol.com.br

           pastbrasilandia@uol.com.br
Site:
www.rebra.org.br

 

ESTUDOS:
• Filosofia: Faculdade Associada do Ipiranga em São Paulo-SP (1975-1977)
• Teologia: Pontifícia Faculdade de Teologia N. Sra. da Assunção, São Paulo-SP (1986-1988)
• Especialização: Mestrado em Teologia Moral na Academia Alfonsiana - Instituto de Teologia
• Moral da Pontifícia Universidade Lateranense em Roma - período de 1986 a 1988.
• Doutoramento: Doutorado em Teologia Moral na Academia Alfonsiana - Instituto de Teologia Moral da Pontifícia Universidade Lateranense em Roma - (1988-1990).

 

ATIVIDADES ANTES DO EPISCOPADO:
Pároco na paróquia Santa Rita de Cássia, em São Paulo, SP (1981-1982); Pároco na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em São Paulo, SP (1983-1986); Vigário paroquial da paróquia Nossa Senhora da Esperança, na cidade de Dutra e Santana (1981-1984); Vigário paroquial da paróquia Santa Cruz em Parelheiros, São Paulo, SP (1984); Coordenador da Pastoral Vocacional, Arquidiocese de São Paulo (1981-1986); Coordenador da Pastoral da Juventude - São Paulo, SP (1983-1986); Reitor do Teologado dom José Gaspar, arquidiocese de São Paulo (1984-1986); Vice-Diretor Pedagógico da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (1992); Vice-Diretor Acadêmico da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (1993); Reitor do Seminário Teológico da arquidiocese de São Paulo (1994-1996); Diretor da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (1996-2002); Membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio de Consultores da arquidiocese de São Paulo.

LIVROS DE SUA AUTORIA: Exigências Morais de Uma Nova Práxis Cristã na América Latina.

 

Brasão:

O Brasão, com sua simbologia e cores, foi inspirado em Is 11, 1-12 e em alguns textos das epístolas paulinas (Rm 5, 1.2; Rm 5, 13; 2Co 1, 2.7; Gl 5, 5.22; Ef 1, 2.18; Ef 2, 12.14.17; Ef 4, 1-6; Cl 1, 2.5.20.23.27; 1Ts 1, 1.3; Tim 1, 1-2; Tit 1, 1-3; 1Pe 1, 2.3.21; 1Pe 3, 11.15), sobretudo Ef 4, 1-6.

No primeiro texto bíblico mencionado, apesar de não explicitar os termos “paz e esperança”, o profeta aborda o seu conteúdo, imagina um novo tempo, cuja renovação realizar-se-á pela força do Espírito de Deus que deve penetrar os quatro cantos da terra com os dons do amor divino. O sonho por um novo projeto, representado no brasão pelas quatro pombas brancas da Paz que irradiam seus raios de luz amarelas oriundos do fogo do Amor criador, por sua vez representado pela cor vermelha, reconcilia toda a ordem natural ao efetivar assim a harmonia relacional entre os opostos, os inimigos naturais. A vinda do Filho de Deus é representada pelo símbolo do Cristo Paráclito em cor verde centralizado no círculo azul que é o nosso planeta. A presença de Jesus Cristo na História revela a imagem viva do Deus Pai que muito ama o mundo. A obra redentora de Jesus, o servo sofredor, o qual ressuscita da morte de cruz, no brasão em cor amarela, patenteia o profundo sentido da História da Salvação, História da Esperança.

Dentre os textos paulinos que também contribuíram para com nossa inspiração, destaco o principal: a carta aos efésios, já acima e abaixo citada. A referida carta congrega o Povo de Deus a assumir com muita fé a sua vocação, fruto da Graça do amor de Deus, a olhar por um novo horizonte, a conservar-se em comunhão na diversidade e na unidade do Espírito, a continuar imaginando o novo projeto, o Reino pelo qual Jesus foi radicalmente apaixonado. No nosso tempo, a tolerância, compreensão das diferenças e a crença na importância do diálogo e do amor, são exigências necessárias para se conquistar a verdadeira Paz e Esperança para todos os povos. “Exorto-vos, pois, eu o prisioneiro no Senhor, a andardes de modo digno da vocação a que fostes chamados: com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros com amor, procurando conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, assim como é uma só a esperança da vocação a que fostes chamados; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; há um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos por meio de todos e em todos”. (Ef 4,1-6).