|
Pastoral Arquidiocesana do Dízimo |
||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
Campanha do Dízimo Setembro 2005/Agosto 2006 Dízimo, partilha que gera a paz
Mensagem do Primeiro Domingo
Felizes
os que promovem a Paz
Consertar o mundo pode parecer utopia mas é antes uma esperança. Comecemos por mudar a nós mesmos, melhorar nosso relacionamento com a família, influenciar positivamente a comunidade da qual participamos e procurar desenvolver, em nossa sociedade, uma cultura de paz. Foram neste sentido as reflexões da CF.
Vinde a mim vós todos que estais aflitos (Mt 11,28)
A
violência é fruto da desigualdade social, da falta de oportunidades, da má
distribuição de renda, mas também da ganância, do egoísmo, da sede de poder.
Queremos ver Jesus (Jo 12,21)
Diante dos problemas sociais com os quais convivemos, afloram-se ainda mais o compromisso da Igreja e a importância da missão que recebeu: mostrar Jesus, caminho, verdade e vida, e testemunhar a justiça e o amor de Deus, caminhos para a Paz.
Conheço a boa vontade de vocês (2Cor 9,2)
Dar à Igreja condições materiais para essa missão é responsabilidade de todos nós batizados. O dízimo é a forma justa e nobre de todos assumirem esse compromisso. Dízimo é prova de gratidão e de amor.
Mensagem do Segundo Domingo
Ele faz
nascer o Sol sobre os maus e sobre os bons (Mt 5,45)
Perdão em
lugar da vingança, misericórdia acima da justiça: isto é o que a Palavra de
Deus nos recomenda, alertando-nos para o momento em que comparecermos diante
de Seu tribunal.
Que outro caminho para a Paz senão o do amor, do perdão, da solidariedade? A Igreja, depositária da mensagem de Deus, recebeu a missão de, persistentemente, nos mostrar esse caminho.
Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho (1Cor 9,16)
“Quem contribui para a pregação do Evangelho tem merecimento de pregador” é assim que a Rádio 9 de Julho, da Arquidiocese de São Paulo, se refere àqueles que contribuem para o seu trabalho missionário; é assim, portanto, que o dizimista deve se sentir quando sabe que seu dízimo ajuda a Igreja na sua missão.
Fazei de mim instrumento de Vossa Paz
Bem-aventurados, felizes, os que promovem a Paz! Alegre-se aquele que com
seu esforço, com seu dízimo, dá à sua Igreja, à Igreja de Jesus, condições
para se manter e trabalhar por um Reino de Amor e de Paz. Ele é também um
missionário. E que um coro de anjos possa um dia lhe cantar: “Como são belos
os pés do mensageiro que anuncia a Paz...”
Mensagem do Terceiro Domingo
Muitas vezes admiramos pessoas animadas, sempre disponíveis, num incansável trabalho pela Igreja, mas nos achamos incapazes ou indignos de assumir qualquer compromisso na nossa comunidade, ou simplesmente não nos sentimos convidados.
A obra
testemunha a fé e o amor
É prazeroso ficar saboreando a leitura da Palavra ou estar em contato íntimo com Deus na oração. Mas é a ação que vai exteriorizar nossa fé, nossa fidelidade. “Meus irmãos, se alguém diz que tem fé, mas não tem obras, que adianta isso?”, questiona São Tiago (Tg 2,14).
Senhor,
que queres que eu faça?
Somos freqüentemente motivados a refletir a respeito do nosso relacionamento com Deus e sobre o chamado de cada um. O apóstolo Paulo percebeu que, embora atraído para um convívio íntimo com Cristo, sua missão era estar com o povo, falando do Cristo (Fil 1,20-27).
Senhor, eu nem sei falar... (Jer 1,6)
Precisamos, sem medo, estar atentos ao chamado, que pode acontecer a qualquer momento. Abraão era velho; Pedro já era maduro; João, muito jovem; Jeremias sentiu-se uma criança. Mas todos assumiram e a recompensa foi a mesma: a glória eterna.
Ide por
todo o mundo e pregai o Evangelho (Mc 16,15)
Mensagem do Quarto Domingo
Graças lhe damos, Senhor...
Só depois de completada a obra perfeita da criação e, principalmente, após ver que tudo era bom, Deus fez o homem e a mulher; e os fez à sua imagem e semelhança. Criou a mulher para ser a companheira do homem e este a reconheceu carne de sua carne.
...pelas
obras do seu amor.
Apesar de nossa infidelidade...
Em Adão, a ambição conduziu-nos ao pecado e perdemos o Paraíso; em Caim, a inveja levou-nos à violência e perdemos a Paz.
Então Deus envia seu Filho para nos resgatar e devolver-nos o Paraíso. Mas o egoísmo dos poderosos já os fazia preferir a insegurança luxuosa de suas fortalezas a ter que conviver na igualdade e na paz. E o matam. Mas Deus o ressuscita e mantém vivos sua doutrina, seus ideais, seus projetos.
Na missão
que dele recebemos...
...esta é a nossa oportunidade de retribuir.
Que nosso dízimo dê à Igreja condições materiais para retomar com o povo essa nova páscoa, rumo ao novo Éden. Seja assim nossa partilha instrumento de Solidariedade e de Paz.
|
:. Integrantes :. Notícias :. Campanhas :. Artigos
|
||||||||||||||||||||||||||||||||