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Liturgia e Vida
por Ana Flora
Anderson e Frei Gilberto Gorgulho
SANTÍSSIMA TRINDADE•
18 DE
MAIO DE 2008
A vida nova
A liturgia do 8º Domingo do Tempo Comum dá um grande
impulso ao projeto de evangelização apresentado
pelos bispos da Igreja no Brasil. A leitura do
profeta Isaías (49, 14-15) é de grande esperança. No
seu tempo, como hoje, o povo sofria todos os males
da injustiça a tal ponto que começaram a acreditar
que Deus o abandonou. Mas, muito pelo contrário,
Deus afirma que ele habita a cidade com toda a sua
complexidade. Deus está presente com um amor e uma
bondade que superam até os de uma mãe. A nossa
evangelização deve começar com o anúncio de que o
povo é muito amado e não pode temer nem o presente,
nem o futuro. Como diz o Salmo responsório (62),
Deus é nosso rochedo e nossa fortaleza. São Paulo,
escrevendo aos Coríntios [4, 1-5], dá como sempre
conse-lhos práticos. Nós, que somos os discípulos/missionários
da evangeli- zação, devemos ser servidores de Cristo
e anunciadores dos mistérios de Deus. Devemos ser
sempre fiéis à nossa missão. São Mateus (6, 24-34)
chama a atenção à necessidade da fidelidade. O
evangelista não pode ter dois senhores, não pode ter
um coração partido. Somente a integridade otal
nos levará à vida nova do Reino de eus e de sua
justiça.
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